"Ainda na infância, meus olhos eram interpelados pelo 'santinho' de N. S. do Perpétuo Socorro, distribuído nas missões dos Padres Redentoristas. Aos 7 anos de idade, eu não sabia que estava diante de uma estética diferente que me chamava a contemplar mais profundamente as coisas de Deus.
Foi, porém, em 1990 que uma monja beneditina me passou duas páginas xerografadas, com a imagem do ícone de Vladimir, 'adotado' pela Comunidade Católica Nova Aliança. 25 anos depois, tenho a alegria de publicar o resultado de um mergulho silencioso na arte sacra do Oriente cristão.
Meu desejo é que o leitor tenha seu olhar e sua alma iluminados por estes tesouros que o Espírito de Deus depositou no coração da igreja".
Foi, porém, em 1990 que uma monja beneditina me passou duas páginas xerografadas, com a imagem do ícone de Vladimir, 'adotado' pela Comunidade Católica Nova Aliança. 25 anos depois, tenho a alegria de publicar o resultado de um mergulho silencioso na arte sacra do Oriente cristão.
Meu desejo é que o leitor tenha seu olhar e sua alma iluminados por estes tesouros que o Espírito de Deus depositou no coração da igreja".

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