Viver em paz para morrer em paz (paixão, sentido e felicidade), Mário Sérgio Cortela


Qual é a sua verdade? Qual a sua essência? No dia em que você se for, essas questões irão embora com você. O que permanecerá de você no mundo? Permanecerá o seu legado. Permanecerá aquilo que você ensinou, aquilo que 'ensignou', as marcas que deixou. Uma questão fundamental para qualquer pessoa é: ' Se eu não existisse, que falta faria?'. As respostas estabelecem minhas razões de existência. Viver em paz não é viver sem problemas, sem atribulações, sem tormentas. Viver em paz é viver com a clareza de estar fazendo o que precisa ser feito.

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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