Um brinde de cianureto, Agatha Christie

"Duas mortes acontecem no mesmo lugar, duas vezes com a presença das mesmas pessoas (exceto a primeira vítima, até certo ponto...), constituindo praticamente a mesma situação. Assim é o contexto deste romance que desafia a sagacidade dos investigadores profissionais e a inteligência do leitor, porque todos tinham motivo para matar, mas , nos dois casos, ninguém teria aparentemente condições de colocar cianureto na taça de champanhe. Seria possível que a bela e sensual Rosemary se suicidara durante o jantar naquele luxuoso restaurante, quando comemorava o aniversário com os amigos mais íntimos? Alertado por pessoas desconhecidas, seu apaixonado e enganado marido fez repetir, exatamente um ano depois, a fatídica reunião, e deixou diante da mesa uma cadeira vazia, para nela se sentar o espirito de Rosemary, e descobrir-se a autora do envenenamento. Não suspeitava o infeliz que isso chamaria as forças do mal, e o cianureto voltou a misturar-se na espumosa champanhe. O leitor saberá a solução dos casos... e quem os esclarece."

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Instagram