José de Alencar: O profeta e o chocolate, Paulo Linhares


"O cenário é o Rio de Janeiro na primeira metade do século XIX. O personagem principal é José de Alencar, o pai fundador do campo cultural do Brasil.
A partir deste roteiro básico, o homem de cultura e professor da Universidade Federal do Ceará, Paulo Linhares, refaz a caminhada de José de Alencar para mostrar como o filho dileto do importante senador do império, teve tudo para ser mais um grande herdeiro e cumprir uma trajetória social nos quadros de uma elite imperial, tão reduzida quanto sofisticada, e falhou.
Neste livro, Paulo Linhares se debruçou sobre todas as biografias já escritas sobre José de Alencar para demonstrar como se constrói o que Bourdieu chamou de ilusão biográfica, mas defende que, ao contrario do mestre francês, é possível sim produzir uma sociologia em escala individual.
É no cerne do debate entre individual, sociedade, literatura e trajetórias sociais que se inscreve este fascinante trabalho, escrito numa prosa apurada do ponto de vista intelectual, mas tão sagaz quanto calorosa."

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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