Um Universo que veio do nada, Lawrence M. Krauss


Porque há criação sem Criador
Quem poderia acreditar que um vídeo sobre física teórica causaria sensação em um dos sites mais populares do mundo? Pois uma das qualidades de Lawrence Krauss é superar o abismo entre ciência e cultura popular. Enfático, vigoroso, irônico e perspicaz, Lawrence Krauss conquistou fãs e angariou debates polêmicos ao apresentar sua visão sobre a origem do Universo. O sucesso deslanchou mesmo quando um vídeo de uma de suas palestras foi postado no YouTube e alcançou mais de 1 milhão de visualizações.
Em Um Universo que veio do nada, o cosmólogo resume os argumentos e evidências dessa palestra, aprofundando a ideia de que não apenas uma coisa pode surgir do nada, como deverá sempre surgir do nada.
“Em um belo passeio pelas profundas águas do conhecimento, Krauss apresenta as mais recentes ideias sobre a natureza de nosso cosmos e nosso lugar nele. Uma leitura fascinante.” – Mario Livio, autor de Razão áurea e Deus é matemático?

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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