Queda para o alto, Herzer


Aos vinte anos de idade Sandra mara herzer, ou Anderson Herzer, como ela passou a se autodenominar depois de assumir uma identidade masculina, encontrou na morte o fim de seus dramas. Ainda muito pequena passou por acontecimentos dolorosos, decepções com entes queridos e maus-tratos. Seu pai foi assassinado quando ela tinha três anos, sua mãe morreu quando Sandra ainda não completara oito anos. Foi adotada por seus tios; mas, sempre incompreendida, desenvolveu grande sensibilidade e também rebeldia. internada na Febem, neste mundo diferente, severo, morto, desumano, injusto - como diz no livro - conheceu mais um lado cruel da vida.
Este livro foi todo escrito com o coração; não há divagações teóricas nem especulações sistemáticas sobre o porquê dos comportamentos humanos. As conclusões são deixadas ao leitor, a qualquer leitor, aos profissionais da educação, aos pais, aos dirigentes da nação.
Herzer não quis esperar o lançamento de seu livro. Deixou-o como recado

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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