Diário de um policial, Diógenes Lucca


O submundo do crime narrado por um comandante do GATE.
Diário de um policial é um livro de leitura fácil e estimulante. As histórias de Diógenes Lucca, do jovem tenente ansioso pelo primeiro tiroteio ao experiente policial, negociador de sucesso, nos mostram, por baixo da superfície de ações espetaculares a importância do comportamento ético e do respeito absoluto às regras do convívio no Estado Democrático de Direito.
Luccas, como é conhecido, é um bravo defensor de uma polícia militar ideal, profissional, ética e defensora do cidadão. Talvez ainda esteja por vir esse PM ideal. Mas quando ela se firmar, Lucca será apontado como um de seus mais dedicados arquitetos. Não há uma só página em Diário de um Policial que não nos mostre o exercício de um comandante firme, as vezes duro, mas sempre certo de que o dever de qualquer policial é defender o cidadão, sempre. A leitura deste livro é fácil e estimulante, como disse no início. Nos leva a pensar sobre a segurança pública, sobre o hoje que temos e queremos.
Rodolpho Gamberini

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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