Instigante, escandaloso, arrebatador. O mais célebre romance do escritor inglês D.H. Lawrende (1885-1930) narra a paixão intensa e proibida entre lady Constance Chatterley e o guarda-caça Oliver Mellors, na Inglaterra conservadora do início do século 20. Constance é casada com sir Clifford Chatterley, um aristocrata inválido e… impotente. Insatisfeita com seu casamento, a bela Constance torna-se amante do rude Mellors, que trabalha para seu marido. A narrativa crua e explícita do amor carnal entre a patroa e empregado chocou os críticos da época. Publicado em 1928, O Amante de Lady Chatterley foi proibido na Inglaterra e nos Estados Unidos, sob a acusação de pornografia. Foi redescoberto na década de 1960, quando seu valor literário foi enfim reconhecido e Lawrence se tornou um dos ícones da contracultura, ao lado dos beatniks, da liberdade sexual, das drogas e do rock’n’roll.
O Amante de Lady Chatterley, David Herbert Lawrence
Instigante, escandaloso, arrebatador. O mais célebre romance do escritor inglês D.H. Lawrende (1885-1930) narra a paixão intensa e proibida entre lady Constance Chatterley e o guarda-caça Oliver Mellors, na Inglaterra conservadora do início do século 20. Constance é casada com sir Clifford Chatterley, um aristocrata inválido e… impotente. Insatisfeita com seu casamento, a bela Constance torna-se amante do rude Mellors, que trabalha para seu marido. A narrativa crua e explícita do amor carnal entre a patroa e empregado chocou os críticos da época. Publicado em 1928, O Amante de Lady Chatterley foi proibido na Inglaterra e nos Estados Unidos, sob a acusação de pornografia. Foi redescoberto na década de 1960, quando seu valor literário foi enfim reconhecido e Lawrence se tornou um dos ícones da contracultura, ao lado dos beatniks, da liberdade sexual, das drogas e do rock’n’roll.
Biblioteca Viva
Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.
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