As Hortaliças na Medicina Natural, A. Balbach - D. Boarim


Diz um conhecido adágio popular que "o brasileiro morre de fome
sentado em cima da comida". Poderíamos acrescentar que "o brasileiro adoece pisando em cima do remédio". A cura de nossas enfermidades pode estar mais perto do que imaginamos. Pode ser mais fácil e mais barata do que a costumeira corrida à farmácia.
Se falarmos em prevenção, o quadro não é menos intrigante.
Acabaremos concluindo, para surpresa de não poucos, que saúde é primordialmente questão de hábito.
Para evitar e curar os incômodos psicofísicos, são necessários
cuidados de alimentação, abandono de vícios e certas alterações na rotina da vida. A pressa e o comodismo da vida modema criam a preferência por "soluções" práticas, como tomar uma aspirina para a dor de cabeça ou um antiácido para a queimação de estômago. Um dos maiores erros do homem moderno é o de buscar apenas remédios sintomáticos para seus problemas, e isso se aplica, além da saúde, a outras áreas de atividade, como economia, educação e meio ambiente.
Os remédios da era da tecnologia são muito mais casuais 'do que causais. Não aprendemos a prevenir. E quando nos vemos forçados a remediar, podamos só os efeitos terminais, possibilitando um maior crescimento da doença, e maiores estragos futuros.
A presente série de publicações aborda o papel de nossa comida
como importante meio de prevenir e curar doenças. Se nossos males são em grande parte provocados pela boca, é simples intuir que poderão também ser amenizados pela boca.

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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