A Arte da Guerra para Mulheres, Chin-Nig Chu


Este livro não é contra os homens. Nós amamos os homens. Aqui, vamos examinar as estratégias para a conquista da liberdade e do sucesso pessoal e profissional. Não é nenhum segredo que os seres humanos do sexo masculino aceitam os conceitos da guerra e da batalha com muita naturalidade. Por milhares de anos, os homens travaram batalhas pela sobrevivência. Geneticamente, suas mentes ficaram marcadas para pensar como guerreiros. Quando ouvimos falar em "arte da guerra", pensamos em batalhas, vítimas, brutalidade. No entanto, o conceito chinês de arte da guerra, que remonta a 3.500 anos, não está ligado à guerra; é um conjunto de estratégias que procuram fazer tudo da maneira mais fácil possível para se chegar à vitória e à paz. É a habilidade de fazer manobras mentais para alcançar o resultado desejado com o mínimo de esforço. Essas estratégias da arte da guerra são uma combinação perfeita para as maiores forças naturais da mulher. Intuitivamente, as mulheres sempre utilizaram algumas das estratégias da arte chinesa da guerra ao negociar com maridos, namorados, filhos, patrões, amigos e clientes. Nós não sabíamos que éramos estrategistas disfarçadas. Já está mais do que na hora de aprendermos tudo que se relaciona à arte da guerra, para vivermos felizes e em paz.

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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