O Maniqueísmo em nossa vidas, Jorge A. Salton


Nestes tempos saturados de um maniqueísmo brutal, o livro de Salton é uma lufada de ar puro. Com exemplos extraídos de pequenos dramas do cotidiano ou de grandes catástrofes históricas, o autor demonstra exaus-tivamente que somos todos banhados pelos dois jarros de Zeus. E não deixa dúvidas de que a vida seria tão mais plena se todos entendêssemos isso.

André Petry - editor especial da revista VEJA.

A leitura do livro prende a nossa atenção, de modo especial desperta a curiosidade do leitor para ver como o autor desenvolve as suas ideias, com inteligência e cultura, a fim de mostrar que o sinal patognomônico da maldade é o pensar maniqueísta. E é.

Guido Arturo Palomba - psiquiatra, autor de “Tratado de Psiquiatria Forense Civil e Penal”.

Com belos depoimentos pessoais e dados históricos, Jorge Alberto Salton nos mostra o quanto queremos ser enganados com mentiras maniqueístas, na tentativa vã de não assumirmos responsabilidades.

Jorge Ignacio Szewkies - psiquiatra, doutor pela Universität Ulm.

Estamos diante de um trabalho que desconcerta as perspectivas dog-máticas, mostrando o quanto de maldade pode resultar do maniqueísmo. Um livro que será referência aos humanistas e que vem em boa hora, quando crescem no Brasil a intolerância, o preconceito e a simplificação.

Marcos Rolim - doutor e mestre em Sociologia, jornalista, professor do Centro Universitário Metodista (IPA).

Esta não é somente uma obra sobre os grandes eventos geopolíticos, históricos, com destaque para alguns biografados famosos. Indispen-savelmente, o autor também desvela a questão do maniqueísmo no coti-diano das relações humanas e profissionais, nos processos das vivências amorosas, afetivas ou sexuais que conduz o leitor à sua imersão no tema. Desnuda os indivíduos, além de conter um dos seus elementos mais substanciais: o desafio do lugar da alteridade, a presença do outro, na formação das identidades.

Tau Golin - jornalista, historiador, autor de “A Fronteira

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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