O Homem que não queria ser Papa, Andreas Englisch


Acontecimentos que antecederam a renúncia de Bento XVI
Não é nenhum segredo que Joseph Ratzinger, o brilhante teólogo da Baviera, não queria ser papa. Mas o quão árduo e penoso foi esse percurso é somente revelado neste livro de Andreas Englisch, que escreveu de dentro do olho do furacão!

A decisão mais importante do pontificado de Bento XVI talvez tenha sido desistir do poder e, ao mesmo tempo, enfrentar o Colégio Cardinalício que tanto conspirou contra ele. O pensador erudito dá, assim, prova de coragem e humildade, atestando não ter a menor vocação nem para a hipocrisia nem para ser santificado.

Acusado de reacionário, o papa demissionário deixa claro com seu gesto que o cargo não é nem vitalício nem sagrado. É político. Surpreende e afronta a poderosa Cúria Romana, causando-lhe estupor.

Ao mesmo tempo que 'joga a toalha', desistindo de enfrentá-la e de se deixar manipular. Neste livro, intrigas, encontros secretos e casos de morte vão se mesclando a debates de cunho teológico, conflitos explosivos e à personalidade do papa. Uma trama digna de romance de suspense, mas que se revela realidade. Um relato emocionante e verdadeiro, que vai fazer você entender melhor como funciona o Vaticano e o que levou o papa a renunciar

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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