Em 1955, Ariano Suassuna botava o ponto final no Auto da Compadecida.
Em 1957, encenada no Recife e premiada no Rio de Janeiro, a peça era publicada pela AGIR já na condição de marco na história do teatro brasileiro. Popular nos quatro cantos do mundo, a peça foi traduzida em dezena de idiomas e conta com várias montagens também no exterior, na Alemanha, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Israel, Polônia, Portugal, Suíça e República Checa. Repetindo o sucesso que faz nos palcos, O Auto da Compadecida tem ainda três versões cinematográficas, a última das quais um estrondoso sucesso de público na concepção de Guel Arraes.

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