O Auto da Compadecida, Ariano Suassuna


Em 1955, Ariano Suassuna botava o ponto final no Auto da Compadecida.
Em 1957, encenada no Recife e premiada no Rio de Janeiro, a peça era publicada pela AGIR já na condição de marco na história do teatro brasileiro. Popular nos quatro cantos do mundo, a peça foi traduzida em dezena de idiomas e conta com várias montagens também no exterior, na Alemanha, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Israel, Polônia, Portugal, Suíça e República Checa. Repetindo o sucesso que faz nos palcos, O Auto da Compadecida tem ainda três versões cinematográficas, a última das quais um estrondoso sucesso de público na concepção de Guel Arraes.

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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