Varal das borboletas segue o rumo que Carlos Ayres Britto grafou no seu livro anterior, A pele do ar. Lá, ele questiona: "Que rumo dar à minha vida/ eu me pergunto:/ Que tal começar desconfiado/ de tudo que nega o prazer?"... E é nessa linha de coerência que damos sequência à publicação da caudalosa produção literária deste livre pensador.

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