Os manuscritos de Jesus, Michael Baigent

Revelando o maior segredo da história.
O que pensar diante da descoberta de um documento jurídico romano, de 45 depois de Cristo, em que um certo Jesus ben Josef, imigrante da Galiléia e proprietário de terras condenado por Pôncio Pilatos, faz declarações surpreendentes a respeito de sua natureza divina? Será que tudo o que sabemos sobre Jesus está errado? Será que a biografia do símbolo maior do imaginário ocidental é muito mais ampla do que nos fazem acreditar?
Em, Michael Baigent, um dos autores do consagrado 0 Santo Graal e a linhagem sagrada, faz revelações impressionantes sobre a vida e a crucificação desse homem que marcou a história do Ocidente. Apesar da celebração e veneração seculares ao redor da figura de Jesus, Baigent assegura que a sua trajetória de vida e as circunstâncias que o levaram à morte foram extremamente mitificadas.
Historiador da religião e um dos maiores especialistas no assunto, Baigent teve acesso a arquivos ocultos, registros de sociedades secretas, documentos maçônicos e coleções particulares de comerciantes de antigüidades e de seus clientes para analisar o clima político em que Jesus nasceu e cresceu, examinando não apenas os conflitos entre romanos e judeus, mas a luta entre as diferentes facções do movimento zelote, partido judeu de oposição aos romanos. Da compreensão do processo político da época vem a necessidade de observarmos Jesus sob um prisma completamente outro.
Baigent aborda ainda as migrações da família de Jesus e sua subseqüente exposição a outras culturas, das quais assimilou influências já no início da vida que o distinguiram perante seus contemporâneos. Outro ponto muito interessante das revelações deste livro é a identificação das inconsistências nos relatos da maioria dos historiadores daquela época, incluindo Josefo, Plínio e Tácito.
A descrição pormenorizada de lugares conhecidos por sua importância nos acontecimentos desse período histórico, explorados e estudados há mais de vinte anos por Baigent, também oferece ao leitor uma série de detalhes que o ajudam a compor o mapa das revelações. Todas essas evidências sobre a vida e a morte de Jesus, reunidas e divulgadas neste livro, podem reformular a trajetória do pensamento ocidental.
Após 22 anos da publicação de, Michael Baigent refaz e aprofunda a trajetória de suas pesquisas, refletindo sobre outros aspectos obscuros da vida de Jesus, transmitidos e consagrados há vários séculos.

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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