O corpo morto de deus, Giselda Laporta Nocolelis


Editar livros é viver, diariamente, personagens e situações nascidas das mais variadas imaginações. Algumas perigosas...

Acompanhe atentamente o dia-a-dia de Eleanor. Como coordenadora editorial de livros de ficção, ela lê e seleciona textos que chegam à editora. Um dia, porém, recebe apenas o primeiro capítulo de um original, acompanhado de uma carta do autor. Eleanor acho tudo isso estranho. Outros capítulos chegam nas semanas seguintes, descrevendo crimes que aconteceram na vida real. Eleanor fica desesperada... Você também ficará! Porque você e Eleanor estão, agora, nas mãos de um psicopata que mata em série, com requintes de inteligência e crueldade. Enfrente com ela esse criminoso, envolvendo-se numa trama de suspense, mistério, amor, ódio e, sobretudo, de final aterrador e surpreendente!

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Instagram