Ponto de Mutação, Fritjof Capra


A Ciência, a Sociedade e a Cultura emergente
Ao término de um período de decadência sobre vêm o ponto de mutação. A luz poderosa que fora banida ressurge. Há movimento, mas este não é gerado pela força... O movimento é natural, surge espontaneamente. Por essa razão, a transformação do antigo torna-se fácil. O velho é descartado, e o novo ê introduzido. Ambas as medidas se harmonizam com o tempo, não resultando daí, portanto, nenhum dano.
A dinâmica subjacente aos principais problemas de nosso tempo - o câncer, o crime, a poluição, o poder nuclear, a inflação, a carência de energia - é sempre a mesma. Chegamos a uma época de mudanças dramática e potencialmente perigosa, um ponto de mutação para o planeta como um todo. Estamos precisando de uma nova visão da realidade, que permita que as forças que estão transformando o nosso mundo possam fluir como um movimento positivo de mudança social. Agora Fritjof Capra nos apresenta essa visão, um paradigma holístico de ciência e de espírito.
'Este livro espetacular e rico de ideias é um guia essencial para todo pesquisador interessado em situar o lugar da ciência e da metaciência em nossa cultura contemporânea. Os leitores que gostaram o de O Tao da Física não devem esperar por uma continuação. Este é um livro muito mais ambicioso, que tenta apresentar com êxito uma completa visão do mundo a partir do ponto de vista de um físico experiente e digno de confiança .... Ele é invulgarmente minucioso e profundo, e compreende tanto a abordagem convencional como a alternativa de tópicos que vão desde a Ecologia até a Medicina, desde a Psicologia até a Economia. Trata-se de um livro ao mesmo tempo erudito e fácil de ler.'

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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