Autores
Alain Pascal Kaly
Carmen Teresa Gabriel
Cinthia Monteiro de Araújo
Circe Fernandes Bittencourt
Giovana Xavier
Giovani José da Silva
Lorene dos Santos
Patrícia Teixeira Santos
Verena Alberti
Warley da Costa
Na primeira década do século XXI, o governo brasileiro promulgou duas
leis que introduziram modificações na Lei no 9.394 de 20 de dezembro de
1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, vindo de
encontro a antigas reivindicações de movimentos sociais no país. A
primeira, a Lei 10.639 de 9 de Janeiro de 2003, tornou obrigatório o
ensino de história e cultura africanas e afro-brasileiras no Ensino
Básico. A segunda, a Lei 11.645 de 10 de março de 2008, acrescentou à
lei anterior a obrigatoriedade do ensino de história e cultura
indígenas.
Essa leis criaram novos problemas: como será o ensino de História dentro dessa nova perspectiva? Como superar as deficiências e distorções tão comuns na formação de professores das diversas áreas de conhecimento envolvidos nesses temas? Como superar a falta de materiais didáticos? Como sair da tradicional visão eurocêntrica a contemplar os povos dos continentes africano e americano como sujeitos de uma história não redutível a um apêndice da trajetória das nações colonialistas? Como, enfim, superar os preconceitos que, muitas vezes até disfarçados em visões positivas, ainda contaminam o pensamento e a prática escolar?
Cientes desses problemas, professores e pesquisadores de instituições de todo o país se engajam numa agenda de estudo, discussão, formulação de propostas e produção de recursos para o ensino de história e cultura africanas, afro-brasileiras e indígenas no Brasil.
Essa leis criaram novos problemas: como será o ensino de História dentro dessa nova perspectiva? Como superar as deficiências e distorções tão comuns na formação de professores das diversas áreas de conhecimento envolvidos nesses temas? Como superar a falta de materiais didáticos? Como sair da tradicional visão eurocêntrica a contemplar os povos dos continentes africano e americano como sujeitos de uma história não redutível a um apêndice da trajetória das nações colonialistas? Como, enfim, superar os preconceitos que, muitas vezes até disfarçados em visões positivas, ainda contaminam o pensamento e a prática escolar?
Cientes desses problemas, professores e pesquisadores de instituições de todo o país se engajam numa agenda de estudo, discussão, formulação de propostas e produção de recursos para o ensino de história e cultura africanas, afro-brasileiras e indígenas no Brasil.

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