Em
1943,quando Copérnico estava em seu leito de morte, amigos clérigos
entregaram a ele um aguardado pacote: as páginas impressas do livro que
foi sua obsessão por anos, De revolutionibus - no qual o astrônomo
sugere pela primeira vez que o Sol, e não a Terra, é o centro do
universo.
O livro que ninguém leu apresenta uma recente avaliação do poder de influência dessa publicação extraordinária e suas ideias. Instigado pela afirmação de Arthur koestler de que, à época de sua primeira publicação, ninguém havia lido De revolutionibus, o renomado historiador Owen Gingerich embarcou numa aventura de trinta anos para ver pessoalmente as 600 cópias que restaram da primeira e segunda edições da obra, inclusive as que haviam pertencido e sido comentadas por Galileu e Kepler.
O livro que ninguém leu apresenta uma recente avaliação do poder de influência dessa publicação extraordinária e suas ideias. Instigado pela afirmação de Arthur koestler de que, à época de sua primeira publicação, ninguém havia lido De revolutionibus, o renomado historiador Owen Gingerich embarcou numa aventura de trinta anos para ver pessoalmente as 600 cópias que restaram da primeira e segunda edições da obra, inclusive as que haviam pertencido e sido comentadas por Galileu e Kepler.
Perseguido a trajetória de exemplares que passaram pelas mãos de santos,
heréticos, malandros e bibliomaníacos, Gingerich nos dá provas
conclusivas - séculos após sua publicação - de que De revolutionibus foi
um livro transformador que serviu de inspiração a muitos cientistas.
O livro que ninguém leu é a biografia de um publicação, uma exploração científica e uma história policial bibliográfica. Uma investigação que resultou em um trabalho original e agradável.
O livro que ninguém leu é a biografia de um publicação, uma exploração científica e uma história policial bibliográfica. Uma investigação que resultou em um trabalho original e agradável.

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