Eu sou Malala, de Malala Yousafzai com Christina Lamb


Malala Yousafzai recusou-se a permanecer em silêncio e lutou por seu direito à educação. Mas em 9 de outubro de 2012 ela quase pagou por isso com a vida. Malala foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa dentro do ônibus enquanto voltava da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria.
A recuperação milagrosa de Malala a levou em uma viagem extraordinária de um vale remoto no norte do Paquistão para o salão das Nações Unidas em Nova York. Aos dezesseis anos, ela se tornou um símbolo global de protesto pacífico e em 2014 tornou-se a mais jovem vencedora do prêmio Nobel da Paz.

"A educação é o caminho para salvar vidas, construir a paz e fortalecer os jovens. Essa é a lição que Malala e outros milhões como ela estão tentando ensinar ao mundo."
Ban Ki-moon.

"A vida de Malala é inspiração pura. Nos leva a refletir e a sair da nossa zona de conforto. Uma sobreviente, que por muitos anos vai ajudar o mundo a deixar viva a luta pelos direitos humanos em qualquer lugar do planeta."

Luciano Huck

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Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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