Che em Sierra Maestra, Merceditas Sánchez Dotres


Depoimento de uma guerrilheira

...À medida que fui avançando na leitura - espero que aconteça o mesmo com os seus demais leitores -, descobri que o livro "Che em Sierra Maestra, Depoimento inédito de uma guerrilheira" tem um valor adicional. Ele é confessional, um testemunho vivo de quem foi membro do exército rebelde e do Movimento Clandestino. Não foi escrito por quem pesquisou exaustivamente a vida e a saga de Che Guevara em arquivos ou conversou com familiares e outros tantos que o conheceram de perto. Não foi feito por quem soube dele por terceiro... Foi urdido por quem o conheceu de perto, por quem teve uma verdadeira revelação ao vê-lo, pela primeira vez em sua vida."
Jorge Gomes
Médico e Vice-Governador de Pernambuco

"...Che em Sierra Maestra, Depoimento inédito de uma guerrilheira incorpora-se ás grandes publicações do gênero escritas na aurora do novo milênio. Merceditas pinta um retrato original de Che. Eidencia-lhe o prazer por leituras e discussões filosóficas que exercitava nos curtos intervalos dos compbates, citando obras clássicas de autores estrangeiros, lembrando nomes de poetas e romancistas da literatura universal."
Alves Dias
Sociólogo e artista plástico

Nesta obra a autora aborda aspectos essenciais da personalidade do Comandante Ernesto Che Guevara, reunindo testemunhos e reflexões, análise histórica e prática revolucionária. Neste palpitante livro também se encontram presentes as profundas razões pelas quais o povo cubano tem empreendido grandes lutas no empenho de conquistar e defender o socialismo, a independência e a soberania da nação cubana.

Centro Cultural Manoel Lisboa

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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