A riqueza de Poucos Beneficia a Todos Nós?, Zygmunt Bauman


"Pois aquele que tem, lhe será dado e lhe será dado em abundância, mas ao que não tem, mesmo o que tem lha será tirado."
Mateus 13.12

"Onde quer que haja grande propriedade, há grande desigualdade. Para um homem muito rico, é preciso que haja pelo menos quinhentos pobres."
Adam Smith

"A disposição para dmirar e quase idolatrar os ricos e poderosos - e para desprezar ou pelo emnos negligenciar pessoas de condição pobre ou miserável - é a grande causa, e a mais universal, da corrupção dos nossos sentimentos morais."
Adam Smith

"Não descarteis razão
Por diferença; mas valei-vos de vossa razão
Para fazer surgir a verdade onde ela pareça oculta,
E onde esconder o falso pareça a verdade."
Shakespeare, Medida por medida

Depois de décadas afirmando-se que o mercado seria responsável por corrigir as disparidades de renda entre pobres e ricos, pesquisas e estatísticas oficiais atestam justamente o contrário: os ricos estão cada vez mais ricos enquanto os pobres cada vez mais pobres.
Neste livro conciso e indispensável, Zygmunt Bauman enfrenta o problema e desmonta, uma a uma, as proposições errôneas que sustentam a ideia de que a riqueza de poucos beneficia a todos nós.

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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