O Retrato de Dorian Gray, Osca Wilde


Escrito em 1890, este romance de Oscar Wilde talvez seja até mais atual agora do que em seu lançamento. O culto à aparência e a eterna juventude deixou de ocupar apenas alguns estetas e aristocratas, como ocorria no fim do século XIX, para se transformar em fenômeno de massa.
No esplendor da juventude, Dorian Gray posa para um quadro, e lamenta que, com o passar dos anos, perderá a beleza ali retratada. Ou será que não? Um pacto diabólico está em curso.

Célebre em sua época pelo apuro das roupas, pelo brilho das frases e pelo escândalo em torno da sua homossexualidade, Oscar Wilde (1854 - 1900) reúne nesta fábula, simples e profunda, aspectos contrastantes de sua personalidade como literato e pensador. Contestando a rigidez vitoriana e a feiura da sociedade industrial, "O Retrato de Dorian Gray" também põe em questão as ideias estetizantes e refinadas que seu autor sabia como desenvolver como ninguém.

Biblioteca Viva

Em 1947 Érico Veríssimo começou a escrever a trilogia "O Tempo e o Vento", cuja publicação só termina em 1962. Recebe vários prêmios, como o Jabuti e o Pen Club. Em 1965 publica "O Senhor Embaixador", ambientado num hipotético país do Caribe que lembra Cuba. Em 1967 é a vez do "Prisioneiro", parábola sobre a intervenção do Estados Unidos no Vietnam. Em plena ditadura, lança "Incidente em Antares" (1971), crítica ao regime militar. Em 1973 sai o primeiro volume de "Solo de Clarineta", seu livro de memórias. Morre em 1975, quando terminava o segundo volume, publicado postumamente.

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